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    October 27

    Aromaterapia

    História da Aromaterapia
    A Aromaterapia tem suas origens no uso de ervas para fins curativos, religiosos e estéticos. Civilizações como Egito, China e Índia usavam ervas para os mais diversos fins e de formas variadas.

    A destilação dos óleos essenciais ocorreu apenas em 1.000 d.C. e revolucionou o mercado de perfumes internacional.

    No século 16, os alquimistas já acreditavam ser o óleo essencial a parte da planta responsável em produzir a cura.

    A Aromaterapia como é hoje conhecida é relativamente recente, descoberta quando René-Maurice Gatefossé, um químico francês sofreu um acidente em seu laboratório e providencialmente mergulhou seu braço ferido em um pote de lavanda, percebendo que com isto, seus ferimentos não infeccionaram e cicatrizaram rapidamente.

    Após este incidente, passou a pesquisar os poderes dos óleos essenciais, cunhando o termo Aromaterapia.

    Tudo isto no início do século 19, na França, sendo o precursor de muitos outros estudiosos na Europa, como Jean Valnet, Marguerite Maury e Robert Tisserand, do Instituto Tisserand, um dos maiores expoentes da atualidade em aromaterapia.

    O que é Aromaterapia?
    Aromaterapia é a arte e a ciência de utilizar óleos essenciais para proporcionar bem estar físico, mental e emocional. É um tipo de terapia extremamente simples em seu uso, apesar de exigir conhecimento e cuidados por parte do usuário e principalmente do profissional da área de saúde ou estética pois, por serem altamente concentrados, os óleos essenciais devem ser usados diluídos ou em baixas concentrações, para evitar reações de sensibilização e irritações, entre outras. Também pode ser considerada democrática,  uma vez que a Aromaterapia combina-se bem com os mais diversos tipos de tratamentos, sejam convencionais ou alternativos. Além de tudo isto, a Aromaterapia é prazerosa, mexe com nossas emoções, nossos sentimentos, nossa VIDA.

    Como funciona a Aromaterapia
    Podemos absorver o óleo essencial através da pele e do nariz, que são as vias mais seguras.

    Na pele deve-se tomar cuidado extra, para evitar reações alérgicas, sensibilizações, queimaduras, irritações, etc. Para o uso seguro, deve-se diluir os óleos essenciais em veículos carreadores, como cremes neutros e óleos vegetais. Penetrando na pele, os óleos essenciais entrarão na corrente sangüínea e agirão nos órgãos internos, sendo excretadas as quantidades não metabolizadas. Pode-se fazer isto através de cremes e óleos corporais, massagens, tratamentos estéticos, compressas, etc.

    Via olfato deve-se tomar cuidado com tempo de exposição e concentração. Uma parte do aroma inalado vai para os pulmões via traquéia, penetrando nos brônquios, bronquíolos e alvéolos, passando para a corrente sangüínea nas trocas gasosas, agindo da mesma forma da penetração cutânea. Outra parte do aroma vai para o cérebro, atingindo o Sistema Nervoso Central e mais especificamente o Sistema Límbico, que é nosso antigo Cérebro das Emoções, responsável por nossas emoções, nossos comportamentos e atitudes, nossa memória e nossos humores. Para esta via, pode-se usar aromatizadores pessoais, aromatizadores à vela ou elétricos e pot pourris.

    Desta forma, cada óleo essencial agirá de uma forma diferente no nosso corpo, físico mental e emocionalmente, de acordo com sua composição química. Por isto, podemos dizer que a Aromaterapia é Holística, pois podemos atacar diversos males sob todos os aspectos, pois não podemos tratá-los isoladamente.

     

     

     

     

    Óleos Vegetais

     

    São óleos de alta qualidade, puros e naturais, com propriedades emolientes e hidratantes ou em forma cremosa no Creme neutro de massagem

     

      Abacate

    O óleo de abacate é excelente emoliente e nutritivo, contém vitaminas A e C, sais minerais, além de ácidos oléico e linoleico, que conferem propriedades regenerativas ao tecido cutâneo. Bom para todo tipo de pele, especialmente as secas e sensíveis.

      

     

     

    Amêndoas Doces

    O óleo de amêndoas doces é rico em proteínas e ácido oléico o que o torna um ótimo emoliente, proporcionando uma extraordinária maciez as peles secas.

      

     

    Calêndula

    (Calendula officinalis)

    Pequeno gênero de plantas herbáceas da família das compostas, originárias de regiões temperadas, de folhas alternas simples, oblongas a ovais, e flores em grandes capítulos ligulados, em vários tons de amarelo.

    Contém ácidos palmíticos, palmitoleico, oleico, linoleico.

    O óleo de calêndula tem ação antiinflamatória, emoliente, anti-séptica, calmante e cicatrizante.

    Indicado para todo tipo de pele, inclusive com acne, sensíveis e avermelhadas pela ação do ácido oleico, que tem ação calmante e refrescante de absorção rápida.

     

      Gergelim ou Sésamo 1000ml

    (Sesamum indicum)

    Óleo derivado do gênero de plantas herbáceas tropicais da família das pedaliáceas, naturais da África e da Índia, dotadas de folhas íntegras ou sectas, e de flores de campânula irregular e cápsula desprotegida.

    E um óleo muito usado pela medicina ayurvédica, utilizada há milênios na Índia. É um óleo energético, condutor de energia e calor. É utilizado nos cabelo para reforçar a absorção do prana (energia vital).

    Na sua composição encontramos ácidos oleico, linoleico, palmítico, esteárico. Tocoferóis: sesamina e sesamolina que são antioxidantes naturais, não rancifica com facilidade. É um óleo muito nutritivo.

      Girassol 1000ml

    (Helianthus annuus)

    Planta sublenhosa, de grande porte e ornamental, da família das compostas, dotada de grande capítulo com numerosíssimas flores de corola ligulada amarelo-laranja e de corola tubulosa amarelo-pálida, tipo de corola esse que pertence às flores do disco, as quais têm entre si palhetas pretas, o que confere ao disco uma tonalidade escura. O seu fruto é aquênio aristado, achatado e vulgarmente chamado semente.

    O óleo extraído da semente tem em sua composição ácido linoleico, ácido oleico, ácido palmítico, palmitoleico e ácido esteárico.

    Seus ácidos graxos poliinsaturados (as pseudovitaminas F) têm ação semi-secativa, nutritiva e cicatrizante.

     

     

      Jojoba

    (Simmondsia Chinensis)

    Planta arbustiva originária do Sudoeste dos Estados Unidos e Noroeste do México, da família das buxáceas cuja semente produz 50% de óleo de ampla utilidade e 50% de torta com cerca de 32% de proteína que contém aminoácidos essenciais, como a lisina e a metionina.

    Na realidade a jojoba não é um óleo, mas uma cera líquida que não fica rançosa. Sua composição química é de grande compatibilidade com a pele humana, devolvendo a oleosidade natural da pele. Pode ser usada em qualquer tipo de pele. É eficiente no tratamento de caspa, eliminando os acúmulos de agentes no couro cabeludo, deixando limpo e livre para o crescimento de novos fios.

      Semente de Uva 1000ml

    É um óleo muito usado em massagens, pois é um muito fluido, leve e sem odor. É tonificante, regenera e revitaliza a pele. É de grande utilidade na prevenção de estrias devido a sua alta concentração de a -tocoferol, .

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    O poder terapêutico das essências aromáticas das plantas.

    A Aromaterapia consiste em tratar as doenças com a ajuda de óleos extremamente concentrados extraídos dos vegetais. Esses extratos chamados essências ou óleos essenciais contêm as substâncias que dão perfume às plantas e, por isso, seu odor é a característica principal.

    Os óleos essenciais são produzidos por minúsculas glândulas presentes nas pétalas, no caule, na casca e na madeira de numerosas plantas e árvores. Se, na natureza essas glândulas liberam os aromas das plantas de forma progressiva, quando aquecidas ou trituradas, elas explodem e liberam os odores com uma potência muito maior.

    Para extrair o óleo essencial puro, recorre-se a um processo de destilação no vapor d’água. Se a essência é dissolvida no álcool ou em outro solvente, denomina-se essência absoluta. São menos puras que os óleos, porém conservam propriedades curativas interessantes.

    Os usos dos óleos essenciais são múltiplos, mas eles são mais utilizados na unção da pele (massagem), podendo também ser inalados ou colocados na água de banho ou em compressas. Raramente são ingeridos. Certamente são mais eficazes quando inalados, pois provocam uma ação imediata no cérebro.

     

     

    Não se deve pensar que a Aromaterapia não apresenta contra-indicações. Devem ser utilizados com precaução, pois podem causar irritação e alergia na pele.

    Os aromaterapeutas utilizam cerca de 30 plantas e flores para tratar a maior parte dos problemas.

    Os óleos essenciais são divididos em três categorias: os que tonificam o organismo e favorecem o bom humor; os que estimulam e regulam as principais funções do corpo; e os que têm um efeito calmante sobre o corpo e o espírito.

    Alguns exemplos:  

    1. Óleo de Camomila – refrescante. Indicado para dores de cabeça e depressão;
    2. Óleo de Cânfora – refrescante e estimulante. Indicado em resfriados, reumatismos, acne, insônia;
    3. Óleo de Cedro – sedativo. Usado para angústia, bronquite e tosse;
    4. Óleo de Limão – refrescante e estimulante. Para problemas circulatórios, hipertensão e acne;
    5. Óleo de Eucalipto – libera a cabeça. Indicado para edemas e dores musculares;
    6. Óleo de Gerânio – refrescante e antiespasmódico. Para problemas urinários e infecções virais;
    7. Óleo de Jasmim – relaxante e calmante. Serve para tratar apatia e pele seca;
    8. Óleo de Manjerona – fortificante. Indicado em enxaquecas, cólicas e equimoses;
    9. Óleo de Patchouli – relaxante. Indicado na depressão e pele seca.
    10. Óleo de Pimenta Cinza – estimulante. Usado em problemas digestivos, resfriados e diarréia;

     

    Os óleos essenciais possuem propriedades anti-sépticas reconhecidas, como as da Lavanda e do Gerânio, que são eficazes contra infecções causadas por bactérias, vírus e fungos. São também apreciados pelas propriedades desintoxicantes do limão, alho, eucalipto e pelos efeitos calmantes junta à sensação de bem estar e harmonia que parecem produzir um efeito preventivo sobre as doenças.

    Fitoterapia – Efeitos e métodos de utilização

     

    Fitoterapia – Efeitos e métodos de utilização

    Plantas são usadas a centenas de anos pela civilização. Data-se desde os tempos de ‘Ebers’ e Hipócrates. Utilizadas como meio de tratamentos de doenças, possuem efeito imediato pelo organismo seja por qual seja seu método de utilização.

    Na pratica, utilizamo-las de vários modos, seja para uso estético ou terapêutico é sempre bom estarmos conhecendo um pouco mais sobre esta medicina fantástica deixada por Deus.

     Citei as formas mais comuns de utilização e preparação das plantas:

     

    1.       CATAPLASMAS
    Preparações para uso externo, de consistência mole e compostas de pós ou farinhas diluídas em água, cozimentos, infusões, vinho ou leite. São preparados a quente ou, muito raramente, a frio.
    É obtido por diversas formas:

    1.       Amassar as ervas frescas e bem limpas e aplicá-las diretamente sobre a parte afetada ou envolvidas em um pano fino ou gaze;

    2.       Reduzi-las em pó, misturá-las em água, chá ou outras preparações e aplicá-las envoltas em pano fino sobre as partes afetadas;

    3.       Pode-se ainda, utilizar farinha de mandioca ou fubá de milho e água, geralmente quente, com a planta fresca ou seca triturada.

    2.       CONTUSÃO
    Consiste em colocar a substância dentro de um gral e fazer com que atue sobre ela a mão ou pilão perpendicularmente, com bastante força, para destruir a coesão das moléculas. A sustância deve obter a consistência de pó ou pasta.

    3.       DECOCÇÃO
    É a fervura da substância, para dissolvê-la pela ação prolongada da água e do calor. Utilizada, sobretudo no caso das sementes de cereais, a decocção pode ser leve ou branda, carregada ou concentrada, conforme sua duração (de apenas alguns minutos a várias horas) e a saturação do líquido empregado.

    4.       INALAÇÃO
    Na inalação é utilizada a combinação de vapor de água com sustâncias voláteis das plantas aromáticas. Para direcionar o vapor é utilizado um cone de papelão colocado sobre com a base maior voltada para o recipiente e a base menor voltada para cima.
    Normalmente esse processo é recomendado para problemas respiratórios.

    5.       INFUSÃO
    Esse processo é indicado particularmente para as plantas aromáticas. A substância é colocada numa vasilha, que depois recebe água fervente e posteriormente é tampada. Após descansar por um certo tempo, a mistura é coada. O tempo de infusão varia de 10 a 15 minutos (para folhas ou flores) a várias horas (no caso de raízes).

    6.       FILTRAÇÃO
    Seu objetivo é separar o líquido (solução, sumo, tisanas, tinturas, azeites, xarope) de certas partículas que se encontram em suspensão. Quando não se exige uma perfeita transparência do líquido, substitui-se a filtração pela coadura. Para a primeira utiliza-se papel de filtro e na segunda, emprega-se tecidos de lã, pedaços de algodão.

    7.       MACERAÇÃO
    Neste processo, a substância vegetal é deixada em contato com o veículo (líquido usado para dissolver o princípio ativo, como por exemplo: álcool, óleo, água ou outro líquido extrator), em temperatura ambiente. O período de maceração depende do material a ser utilizado. Folhas, flores e outras partes tenras são picadas e ficam macerando por 10 a 12 horas, enquanto partes mais duras ficam macerando por 18 a 24 horas. Embora lenta, a maceração é um método excelente para obter o princípio ativo em toda sua integridade.

    8.       SUCOS
    É um processo para ser utilizado imediatamente. Na preparação são utilizados frutos moles e maduros espremidos em pano ou folhas, flores e sementes triturados em liquidificador ou pilão. Nesses sucos podem ser adicionados água ou não.

    9.       VINHOS
    São preparações que resultam da ação dissolvente do vinho sobre as substâncias vegetais. O vinho utilizado deve ser puro, com alto teor alcoólico; tinto para dissolver princípios tônicos ou adstringentes e brancos quando se deseja obter um produto diurético.
    O método para se obter vinhos medicinais é muito simples: adiciona-se 5g de uma ou mais ervas secas, bem limpos e picados para cada 100ml de vinho e macera-se em recipiente bem tampado e em local escuro, por um período de 10 a 15 dias, sendo agitado uma ou duas vezes diariamente. Depois de filtrado, o produto deve ser conservado em local arejado.

    10.   TINTURAS
    A preparação de tinturas a partir de substâncias é um processo minucioso e delicado que consiste em misturar partes de plantas secas e dividas em álcool de pureza absoluta, onde o contato deverá ser mais ou menos prolongado para permitir uma melhor extração dos princípios ativos (8 a 15 dias). Para obter as tinturas deve-se:

    1.       plantas frescas - utilizar a proporção de 50% em peso de plantas em relação ao álcool a 92ºGL, em volume, isto é, 500g de planta fresca em 1000 ml de álcool;

    2.       plantas secas - usar a proporção de 25% em peso de plantas secas em relação à mistura álcool-água, na proporção de sete partes de álcool a 92ºGL e três partes de água destilada ou fervida, em volume, ou seja, 250g de plantas secas em 700ml de álcool a 92ºGL e 300 ml de água.
    Após a obtenção da tintura, filtra-se e o resíduo é espremido em uma prensa, para extrair o líquido que ainda esteja presente. As tinturas alcoólicas conservam os princípios ativos por muitos anos e são utilizadas em pequena quantidade para uso interno (puras ou diluídas) e externamente em maiores quantidades (puras ou diluídas).

    11.   TISANAS
    Nome genérico dado às soluções, macerações, infusões e decocções preparadas com plantas medicinais. Quando a elas se agregam xaropes, tinturas, extratos ou outros ingredientes, as tisanas são chamadas de poções.

    12.   TORREFAÇÃO
    Este processo possui dois objetivos: retirar a água de certas substâncias e submetê-las a um princípio de decomposição que modifica algumas de suas propriedades.
    O agente no processo da torrefação utilizado é o fogo. O café após a torrefação torna-se aromático, o ruibarbo perde suas qualidades laxantes e o ópio seu princípio viscoso.

    13.   UNGÜENTO E POMADAS
    Tratamento imediato, podendo ser guardada por tempo determinado. É preparado através da mistura do suco, tintura ou chá da planta medicinal com vaselina ou lanolina.
    As pomadas e os ungüentos permanecem mais tempo sobre a pele, devem ser usados a frio e renovados duas ou três vezes ao dia.

    14.   XAROPE
    Preparação de uso mais prolongado, usado principalmente para doenças da garganta, pulmão e brônquios. Para prepará-lo é necessário dissolver açúcar em água e aquecer até a obtenção de ponto de fio e depois acrescentar a tintura do vegetal na preparação.

    EFEITOS DAS PLANTAS

    1.       Abortivo: provoca a eliminação do feto;

    2.       Adsorvente: elimina os gases acumulados;

    3.       Anticatarral: Inibe a formação de catarro;

    4.       Antiespasmódico: evita ou alivia as cólicas e os espasmos (contrações musculares dolorosas);

    5.       Antiflatulento: elimina os gases intestinais;

    6.       Anti-reumático: combate o reumatismo e seus sintomas;

    7.       Antitussígeno: inibe a tosse;

    8.       Carminativo: elimina gases acumulados e favorece a digestão, diminuindo o inchaço abdominal, a flatulência e as dores;

    9.       Catártico: o mesmo que laxante ou purgativo;

    10.   Colagogo: favorece a eliminação do conteúdo das vias biliares;

    11.   Colerético: contrai a vesícula biliar para a eliminação de seu conteúdo;

    12.   Diaforético: provoca suor;

    13.   Diurético: faz urinar mais, auxilia a eliminação de líquidos pelos rins;

    14.   Drástico: purgante enérgico;

    15.   Emenagogo: estimula a menstruação (não é o mesmo que abortivo);

    16.   Emético: provoca vômito.

    17.   Emoliente: suaviza, amolece uma inflamação;

    18.   Estomacal: ajuda a digestão no estômago;

    19.   Estomáquico: favorece as funções digestivas; tonificante do estômago;

    20.   Expectorante: elimina a mucosidade do aparelho respiratório;

    21.   Febrífugo: abaixa a febre;

    22.   Galactogogo: aumenta a secreção do leite;

    23.   Hemostático: estanca as hemorragias;

    24.   Laxante: purgante de efeito brando, que induz a evacuação de fezes moles, não causando dor nem irritação intestinal;

    25.   Mucolítico: bloqueia a produção de muco; pode ser anticatarral;

    26.   Obstipante: prende os intestinos;

    27.   Sudorífico: o mesmo que diaforético.

     

    CUIDADOS NO USO DAS PLANTAS

    Muitas vezes escutamos as pessoas recomendarem o uso de plantas medicinais dizendo: "Se bem não fizer, mal também não fará”. Infelizmente não é isso que ocorre, porque o uso inadequado de plantas pode muitas vezes não realizar o efeito desejado.

    O uso de plantas, quando efetuado com critérios, só tem a contribuir para a saúde de quem o pratica. Esses critérios se referem à identificação da doença ou do sintoma apresentado, conhecimento e seleção correta da planta a ser utilizada e uma adequada preparação. 

    As plantas devem ser adquiridas, preferencialmente, por pessoas ou firmas idôneas que possam dar garantia da qualidade e da identificação correta. O ideal seria que as pessoas e instituições que fazem uso das plantas mantivessem o cultivo das espécies mais utilizadas.

    Vale ressaltar também o quão importante é a preparação das ervas, misturas, formulações devem ser feitas por profissionais qualificados e que tenham formação especifica para tal. Saber e conhecer não significa poder fazer, lembrarmos sempre que trabalhamos com vidas, e para isto temos que ter tal discernimento. Um abraço e muito sucesso,

     

    Profº Gustavo Galves

    Um pouco mais sobre massagem

     

     

     

     

     

    Entendendo um pouco mais sobre Massagem

     

    Na Grécia Antiga, Platão foi o primeiro a formular claramente a pergunta “O que é o Belo?”. Para ele a beleza existe separada do mundo sensível, sendo que uma coisa é mais ou menos bela conforme a sua participação na idéia suprema de beleza. Também Sócrates se debruçava sobre o tema da beleza considerando que o Belo era uma concordância observada pelos olhos e ouvidos.

     

    MASSAGEM

    A massagem era uma prática comum na Grécia Antiga. A massagem era utilizada pela medicina assim como o eram os cataplasmas, tônicos, ar fresco e dietas corretivas. As escolas de topo da Antiga Grécia eram escolas desportivas equipadas com vestiários, balneários, salas de treino, salas de aulas e salas de massagens.

    Embora a massagem fosse comum na Grécia destacam-se alguns notáveis que a ela recorriam:

    Esculápio ou Asclépio trabalhou em Tessalônica no século V a.C. É mencionado como tendo aplicado a pacientes tratamentos tais como: relaxamentos, dietas, hidroterapia, ervas, massagens e aconselhamento. Utilizava ainda serpentes como ferramentas para curar doentes, daí o símbolo da serpente na medicina moderna. Foi viver em Roma para ensinar oratória acabando por levar consigo a medicina grega. Comida saudável, ar fresco, hidroterapia, aplicações locais para limpar feridas e massagens eram os seus tratamentos de eleição. Ele era conhecido pelo seu senso comum e profundo conhecimento da natureza humana bem como pela invenção do banho de chuveiro. Tornou-se amigo de dignitários como Cícero, Crassos e Marco António e muito fez pela aceitação da medicina grega em Roma.

    Hipócrates conhecido como o “pai da medicina”, escreveu no século V a.C.: “Para se gozar de boa saúde, é preciso tomar um banho perfumado e fazer  uma massagem com óleos todos os dias.”

    Hipócrates considerava que “um médico deve ter muita experiência em muitas coisas, mas seguramente em massagear”. Ele defendia que todas as doenças resultavam de causas naturais devendo ser tratadas também de forma natural – alimentação saudável, exercício, dieta, descanso, banhos, ar fresco, massagens, música e convivência com amigos. Hipócrates é freqüentemente descrito como holístico, mas, paradoxalmente, é também notável a sua aproximação racional à anatomia, medicina e prognóstico, separando a medicina da filosofia e da religião.

     

    Galen – de origem Grega, viveu em Roma, onde se tornou uma figura notável no que respeita à massagem. Possuidor de um vasto conhecimento de fisiologia e anatomia graças à experiência adquirida no tratamento de gladiadores e à prática de vivissecações, Galen indicava dietas, prescrevia medicamentos, enfatizava a prática de exercício físico e defendia a massagem no tratamento de moléstias e algumas doenças reconhecendo o seu efeito na eliminação de desperdícios da nutrição e os venenos da fadiga. “A vida” o dizia “é melhor com moderação – de trabalho, comida, sono, bebida e sexo”. No século II antes de Cristo, registros indicam que o médico grego Galen entre outros gregos conhecidos teria sido o primeiro Europeu a utilizar ímãs para fins terapêuticos (Magnetoterapia).

    Importante para o profissional de hoje conhecer a história da massagem, história esta que data-se deste os tempos antes de Cristo. Já me dizia um Mestre ‘‘ Nada substitui as mãos’’, e isto é a mais pura verdade, entendermos que nossas mãos são fontes de cura, de energia, sejam elas positivas ou negativas. Coloquei abaixo alguns dos efeitos da massagem em nosso organismo, espero que gostem.

    Muitos dos efeitos sugeridos para a massagem, podem ser explicados e compreendidos no contexto de princípios científicos, mas é desejável que estes princípios sejam suportados por resultados de investigações. Estas afirmações podem ser vistas com um certo ceticismo, até que pelo menos seja dada uma explicação convincente e o terapeuta esteja certo que parte da nossa compreensão é baseada em explicações biológicas e não em explicações científicas.

    Assim, no geral, os efeitos da massagem podem ser caracterizados através dos seguintes pontos entre outros:


          Sobre o Sistema Nervoso

    ·                  A Massagem atua sobre o sistema nervoso por sensibilizar os folículos sensores encontrado na pele (Dor, Tato, Calor, Frio e Pressão) Quando esses "sensores" são sensibilizados podemos produzir 3 efeitos: Efeitos calmantes do SNC por indução ao Parassimpático (movimentos lentos e superficiais), excitantes do SNC (movimentos rápidos e superficiais)  e analgesia. Quando sensibilizamos qualquer sentido que represente o PRESENTE como o tato, calor, frio, pressão ou uma nova dor, a dor, que representa o passado, fica momentaneamente bloqueada. Isto, geralmente, é o que basta para se conseguir “quebrar” o ciclo de DOR / TENSÃO / CONTRAÇÃO / DOR. Este efeito é evidenciado pela diferença na velocidade de percepção que o SNC tem com respeito aos estímulos cutâneos ou, conforme nova teoria, por dar prioridade às sensações presentes em detrimento às do passado. Sabemos também que a massagem tem a propriedade de incrementar o peristaltismo quando feita sobre uma região onde estes movimentos existem. 

    ·               Sobre o Tecido Tegumentar:

    ·                   Mediante a troca de líquidos (arterial / intersticial / intracelular / linfático ou venoso) temos a revitalização dos tecidos por desintoxicação e nutrição dos mesmos.

    ·               Sobre o Tecido Adiposo:

    ·                   O favorecimento da troca de líquidos implicará na melhora da circulação periférica que dá condições aos adipócitos, em especial os superficiais, de "manterem" sua carga, impedindo a sedimentação que dá origem à celulite.

    ·               Sobre o Tecido Muscular:

    ·                   A massagem desintoxica a musculatura pelo retorno venoso e linfático, nutre e, dependendo das manobras utilizadas, pode tonificá-la. 

    ·               Sobre o Tecido Ósseo:

    ·                   Está provado, mediante trabalhos científicos, que o contato do músculo com o osso (fáscia no periósteo) previne e combate a Osteoporose.

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    ·               Sobre o Sistema Digestivo:

    ·                   Quando feita sobre o "quadrado intestinal" previne e combate a constipação intestinal.

    ·               Sobre o Sistema Glandular Endócrino:

    ·                   Através da troca de líquidos recupera hormônios "perdidos" possibilitando que encontrem seus "alvos".

    ·               Sobre o Sistema Linfático - Imunológico:

    ·                  Colabora com o retorno linfático formando "nova linfa" através da pressão nos tecidos. Melhora as defesas por ativar a circulação dos linfócitos e direcionar mais "liquido" para os linfonodos.

    ·               Sobre o Sistema Respiratório:

    ·                   Com manobras adequadas (percussão / tapotamento) obtêm-se melhoras nos brônquios e bronquíolos.

    ·               Sobre o Sistema Urinário:

    ·                   A troca de líquidos nos tecidos obriga o sistema urinário a depurar o sangue fazendo urina. Isto colabora com a "limpeza” do próprio sistema.

    ·               Sobre o Sistema Circulatório:

    ·          Por sua ação mecânica, a massagem facilita o retorno venoso e linfático. O trabalho do terapeuta pode fazer com que tecidos com pouca circulação sejam alcançados com este incremento circulatório todos os órgãos melhoram.

     

    O conhecimento é a busca para o sucesso.

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    October 06

    Novidades

      Olá como vai?
     
        Tenho uma novidade, voltei a ativa como cabeleireiro, estarei colocando mais novidades e tendencias 2008.
      Aguardem e quaisquer duvidas entrem em contato.
     
      ABraços